Bahia primeira capital do Brasil

Bahia primeira capital do Brasil
A Bahia é a Terra da Felicidade
Mostrando postagens com marcador Sexo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sexo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Sexo oral pede proteção redobrada

Os estudos sobre o sexo oral comprovam que a prática é bem vista pelos brasileiros. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, 66,8% dos homens e 63,4% das mulheres admitem realizar a modalidade. Mas será que os brasileiros se protegem na hora do sexo oral? "A prática também pode transmitir todos os tipos de Doenças Sexualmente Transmissiveis (DST)", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme.

De acordo com a especialista, de cada 10 mulheres que são atendidas no consultório, 7 confessam que não usam camisinha para fazer sexo oral em seus parceiros. Um dado preocupante devido os riscos que o sexo oral sem proteção pode trazer ao organismo. Doenças como herpes, sífilis e gonorreia podem ser facilmente transmitidas a partir da prática. "Uma pequena área lesada permite a entrada de um vírus. E vale lembrar que pequenos machucados na boca são muito comuns", explica o ginecologista e obstetra Linderman Alves Vieira.

Até mesmo o HIV, vírus causador da Aids, pode ser transmitido através do sexo oral, embora as chances de contaminação sejam menores do que quando ocorre a penetração. "O pH da boca (neutro e-ou levemente ácido) e o contato somente com a superfície do pênis ou da vagina diminuem os riscos de contágio. Mas, mesmo apesar de pequeno, o perigo existe", diz a ginecologista Maria Rosa Neme.

Proteção na mulher Os ginecologistas são taxativos ao dizer que a proteção da vagina para a prática do sexo oral é totalmente deficiente. "No caso das mulheres o problema é maior, porque não existe nenhum amparo específico, como há a camisinha masculina, para a prática do sexo oral", diz a ginecologista Rosa Maria Neme.

Mas existe algum jeito de se proteger? "Mesmo a camisinha feminina não vai proteger, então, a dica é utilizar o papel filme (o mesmo usado na cozinha para embalar alimentos) para cobrir a vagina e não existir o contato direto da boca com a pele", diz a especialista. "O papel deve fazer a cobertura de toda a região da vagina. A boca só pode entrar em contato com o plástico, e não com a vulva", ressalta.

Outra dica da ginecologista é usar a camisinha masculina como escudo. "Cortar a camisinha ao meio e colocá-la sob a vulva pode ser uma alternativa. O lado positivo é que elas apresentam sabores e até texturas diferenciadas, fatores que favorecem a utilização", diz.

Proteção no homemOs problemas são menores quando o sexo oral é realizado no homem, pois a camisinha apresenta uma proteção bastante eficiente. "O preservativo impede que a boca entre em contato direto com o pênis, oferecendo a proteção necessária", diz o ginecologista Linderman Alves Vieira.

Mas, vale lembrar que a camisinha deve ser usada para todas as variações da relação sexual . "Existem pessoas que só colocam a camisinha no meio da prática do sexo oral, hábito que anula a proteção. Ela deve ser colocada logo que o sexo passar das preliminares", afirma o especialista.

Os riscos que envolvem o sêmenO contato do sêmen com a boca pode transmitir doenças como a gonorréia. "Se existir alguma lesão na boca, a contaminação das DSTs podem acontecer. O contágio pode ocorrer mesmo quando o esperma não é engolido", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme.

Higiene em diaA falta de higienização das partes íntimas sugere um risco de contaminação ainda maior. "Quando o parceiro não apresenta nenhuma contaminação de doenças, como herpes ou sífilis, mas não prioriza a higienização, as doenças também podem aparecer. Infecções por fungos e bactérias, que causam corrimentos e coceiras, são as principais preocupações", diz Linderman Alves Vieira.
 
Mistura segura e saborosa
Quem procura sexo oral com sabor, deve dar atenção para produtos específicos para a prática, em geral antialérgicos, que garantem o prazer sem prejuízos. Utilizar alimentos como leite condensado, chantily, mel, entre outros elementos gastronômicos, pode causar irritações e alergias nos órgãos genitais.

Camisinha de língua
Há produtos à venda no mercado, conhecidos como camisinha de língua, mas o aparato não tem função de proteger, e sim a de funcionar como um estímulo para a hora do sexo oral, já que possui textura, sabor e até massageador, "O produto protege apenas a região da língua, deixando o resto da boca vulnerável", explica a ginecologista.

domingo, 19 de julho de 2015

Tumor de testículo

Autoexame é a principal arma contra o tumor
Tumor de testículo afeta mais homens entre 15 e 35 anos. Saiba fazer o autoexame
 
O Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo gerenciada em parceria com a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), alerta para a prevenção do câncer de testículo, que atinge os homens, principalmente, entre 15 e 35 anos, e representa 5% dos tumores urológicos.
Hereditariedade, infertilidade e síndromes genéticas são alguns dos fatores de risco atribuídos a este tipo de tumor. Homens com testículo criptorquídico (que não desceu até o escroto) também têm maior chance de desenvolver a doença.
O urologista do Centro, Claudio Murta, explica que a expectativa de cura é maior quando esse tipo de tumor é diagnosticado logo no início. “Depois de tratado, o paciente continua em acompanhamento por um período mínimo de cinco anos”, ressalta.
O especialista esclarece, ainda, que na maioria dos casos o tumor cresce de forma rápida e indolor. Os sintomas se assemelham a uma infecção com dor local, aumento do tamanho do testículo e até febre. A dor está presente em 30% dos casos.
“Se o paciente sentir o aumento do testículo deve procurar o médico para confirmar o diagnóstico com a realização de ultrassom”, enfatiza Murta. Outros exames também podem ser solicitados para verificar a disseminação da doença como tomografia do tórax, do abdome e da pelve, pois o tumor pode atingir gânglios nesses locais.
Autoexame do testículo:
O autoexame é rápido, fácil e deve ser feito regularmente.
Ficar em pé em frente ao espelho e observar:
- Alteração de tamanho (é normal se um dos testículos for ligeiramente maior que o outro).
- Sensação de peso (parecer mais pesado do que o habitual).
- Dor na região da virilha ou no abdome inferior.
- Dor no testículo ou no escroto.
- Presença de líquido no escroto.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Ginecomastia

A ginecomastia pode causar constrangimento e isolamento social
Desenvolvimento da mama prejudica a autoestima dos homens. Saiba mais!
Problemas emocionais, baixa autoestima e o isolamento social são algumas situações vividas por homens que têm ginecomastia, ou seja, um aumento excessivo das glândulas mamárias. Ocasionada por alterações hormonais ou genéticas, se desenvolve comumente na puberdade, em adolescentes de 13 a 14 anos.
“Em alguns casos, as mamas crescem por períodos de seis meses a um ano e depois retornam ao tamanho normal”, observa Tiago André Ribeiro, cirurgião plástico especialista pelo Hospital Santa Marcelina, de São Paulo. No entanto, o cirurgião destaca que pode ocorrer a hipertrofia e o aumento das glândulas persiste até à vida adulta. “Esta alteração é o que faz com que adolescentes e homens procurem uma alternativa para correção do problema, por meio da cirurgia plástica.”
Apesar de ser uma alteração no sistema, a ginecomastia é benigna e tratável, com indicação de cirurgia para qualquer idade, após avaliações das causas. “Quem decide se há ou não a necessidade de cirurgia é o paciente”, destaca Ribeiro. “Quando o desenvolvimento das mamas se tornar um incômodo ou prejudica o convívio social, a realização da cirurgia pode ser necessária.”
Outros fatores de risco
Segundo o cirurgião, situações como obesidade, doenças relacionadas à tireoide, ao fígado e nos testículos também podem ser causas da ginecomastia. “Diuréticos, medicações para o estômago, hipertensão, anabolizantes, hormônios e outros medicamentos usados no tratamento do Câncer de próstata também podem hipertrofiar as mamas”, observa.
Existem três tipos de procedimentos cirúrgicos: lipoaspiração local, para retirada de excesso de gordura; a remoção cirúrgica da glândula, nos casos de aumento anormal do tecido; e a mamoplastia redutora para excesso de pele e gordura, além do aumento do tecido mamário. “O ideal é que a escolha da técnica seja feita em conjunto com o médico cirurgião plástico, que pode avaliar desde o procedimento até o processo de recuperação pós-operatório em cada situação”, finaliza Ribeiro.

domingo, 24 de maio de 2015

Lubrificantes protegem contra feridas e fissuras nos órgãos sexuais

Considerado por muitos apenas um acessório sexual, os lubrificantes na verdade tem funções que vão além de apimentar as relações. Para algumas pessoas, esse produto ajuda a tornar o doloroso mais prazeroso, fora tornar o sexo mais seguro e protegido de feridas na área genital. Existem diversos tipos de lubrificantes e ressalvas que devem ser levadas em conta no momento de utilizá-lo. Você conhece todos os cuidados? Confira:
mulher com lubrificante na mão - Foto: Getty Images
 

Prefira aqueles à base de água

Existem quatro tipos de lubrificantes: os formulados com substâncias solúveis em água, que normalmente são mais fáceis de limpar; os derivados de petróleo, como a vaselina, que costumam sujar o corpo e as roupas; os produtos a base de silicone, similares aos de água, porém a prova d'água; e os óleos naturais, que também sujam as roupas.
Segundo os especialistas, o melhor lubrificante é aquele a base de água, uma vez que as chances de causar alguma alergia são muito pequenas, além de facilitar a limpeza. É importante também levar em conta o tipo de preservativo e o tipo de lubrificante que você usa. "Aqueles a base de óleos ou vaselina podem fragilizar o látex da camisinha masculina, comprometendo sua eficácia", afirma o urologista José de Ribamar Rodrigues Calixto, diretor da Sociedade Brasileira de Urologia. Se você tiver dúvidas busque essas informações no rótulo, ele dirá qual a base do produto e também se ele contém outras substâncias, para dar sabor ou odores ao lubrificante, por exemplo.

Para todas as idades

"Não há uma idade mínima para se começar a usar o lubrificante, basta ter iniciado atividade sexual", afirma o urologista José. Entretanto, para as mulheres, em algumas faixas etárias ele pode se fazer mais necessário. "Após a entrada na menopausa, a vagina fica mais ressecada, principalmente nas mulheres que não utilizam hormônios, podendo causar incômodo e até mesmo dor durante a relação sexual", afirma a ginecologista Daniela Gouveia, ginecologista e obstetra da clínica VIVID. Mas mesmo as mulheres jovens podem demorar um pouco mais para ficarem lubrificadas durante as preliminares, e o lubrificante tem um papel muito importante nestes casos, facilitando o ato sexual.

No caso do sexo anal, o lubrificante se faz necessário em todas as faixas etárias e em todas as relações sexuais, para evitar dor, desconforto e diminuir o risco de fissuras anais.

Como aplicar

Algumas pessoas podem ter dúvidas sobre o órgão ou instrumento no qual o lubrificante deve ser aplicado - se no ativo ou passivo. Os especialistas explicam que não tem diferença, ele pode ser aplicado tanto no pênis ou vibrador/dildo, como também na vagina ou ânus. "O importante é lubrificar bem o local de contato", diz a ginecologista Daniela. Segundo Rita, a quantidade de lubrificante a ser utilizado corresponde a ponta de um dedo, o suficiente para fazer uma camada fina em volta da camisinha ou para cobrir toda a região externa do ânus ou vagina.

Posso usar na primeira vez?

Caso a relação seja anal, o ideal é usar sim, a fim de minimizar a dor e o risco de feridas na região, uma vez que ela não tem lubrificação natural. Em relações vaginais, explica a ginecologista Rita, pode ser que o lubrificante atrapalhe um pouco a penetração e até o rompimento do hímen - mas isso varia conforme o caso. "Algumas pessoas ficam inibidas em falar com seus parceiros ou parceiras que estão com pouca lubrificação ou sentindo dor, e acabam por não ter prazer na relação", alerta a ginecologista Daniela. Dessa forma, converse com seu parceiro ou parceira, certifique-se de que todos estão confortáveis com aquela relação e então discutam a necessidade do lubrificante.

Fique atento às alergias

É muito difícil os lubrificantes à base de água causarem alguma reação alérgica. Caso você esteja usando o produto de outra procedência, fique atento a sinais como vermelhidão, ardência ou coceira. "Aqueles que possuem colorações ou fragrâncias também podem causar alergias, mesmo sendo à base de água", afirma a ginecologista Rita. Se isso acontecer, lave imediatamente a área com um sabonete neutro e não utilize o produto novamente. Não havendo melhora do quadro ou complicações como inchaços e focos alérgicos em outras partes do corpo, procure um médico.

Vale só para o sexo anal?

O lubrificante é essencial para as relações anais, uma vez que a região não tem lubrificação própria. Entretanto, ele também pode - e deve - utilizado por mulheres em relações vaginais quando necessário. "O sexo nunca deve ser sinônimo de dores ou incômodo, e o lubrificante é um coadjuvante nesse cenário", afirma a ginecologista Rita Géssia Patriani Rodrigues, do Hospital São Luiz Itaim, em São Paulo.

Inclusive, no caso do sexo vaginal pode existir uma condição que impede a mulher de lubrificar corretamente. Isso acontece por diversos fatores. "Um deles é a baixa produção do hormônio estrogênio, que acontece em decorrência do climatério, impactando também na lubrificação da mulher", afirma a ginecologista Paula Marcovici, de São Paulo. Mulheres que estão amamentando também podem apresentar secura vaginal e perda de libido - e o responsável nesse caso é o hormônio prolactina, que favorece a produção de leite. "A falta de lubrificação pela ação da prolactina pode vir acompanhada de desconforto durante o ato sexual, como dores e ardências", ressalta Paula. Além disso, a secura vaginal pode ter um fundo psicológico, relacionado à falta de interesse sexual. Na dúvida, a mulher deve verificar com seu médico ginecologista se existe algum problema de lubrificação e não deixar de usar os lubrificantes.
 

Durante a menstruação

Os lubrificantes podem ser usados sem nenhum problema durante a menstruação. "No entanto, geralmente ele não é necessário, uma vez que o sangue por si funciona como lubrificação para o sexo vaginal", explica a ginecologista Rita. No caso do sexo anal, pode ser que ele ainda seja necessário. Caso utilize o produto, não há nenhum cuidado especial além da boa higiene do local após o ato sexual, afirmam as ginecologistas.

Higienize após o ato

Não precisa se desesperar e sair correndo para o banheiro após o sexo - entretanto, higienizar o órgão sexual depois do ato ajuda a evitar principalmente infeções causadas por fungos, como a candidíase. "Lavar-se após a relação sexual também ajuda a remover resíduos de fluído corporal, da camisinha e o lubrificante", afirma o urologista José. Essa combinação de resíduos e lubrificante é rica em substâncias que servem como meio de cultura para bactérias e fungos.

Perigo das misturas caseiras

Os especialistas são unânimes: não utilize outros tipos de cosméticos para lubrificação da área íntima. "Muitas vezes esses produtos, como hidratantes ou condicionadores, possuem algum veículo alcoólico e pode causar uma alergia", diz a ginecologista Rita. Além das irritações, o uso desses cosméticos pode causar corrosões e úlceras na pele, gerando dor e podendo evoluir para inflamações. "Evite também o uso de produtos com anestésicos que prometem tirar a dor, pois anestesiando o local o risco de traumas é maior, já que a sensação de incômodo será diminuída no momento da prática", explica o urologista José.

Quanto ao uso de alimentos durante o sexo, os especialistas afirmam que vai do fetiche de cada um, basta não se esquecer da higienização e evitar o contato da comida com áreas internas dos órgãos, prevenindo assim uma infecção. "O cuidado fica principalmente para produtos a base de álcool."

quarta-feira, 13 de maio de 2015

O orgasmo masculino

Dizem que os homens são mais diretos, e que as mulheres gostam de enrolação. Nem sempre isso se aplica à personalidade das pessoas destes sexos, mas quando o assunto é prazer, acaba sendo bem parecido: para a ala masculina é muito mais fácil atingir um orgasmo durante o sexo. 
Por isso mesmo, o orgasmo feminino acaba sendo mais estudado por cientistas, especialistas e até pelos filósofos de botequim! Todos debatem sobre ponto G, a importância das preliminares, e o prazer masculino acaba ficando em segundo plano. "Criou-se o mito que o homem não tem disfunções sexuais quanto ao orgasmo e que ele ocorre sempre fácil, intenso e muito prazeroso. No entanto são muito comuns disfunções, como a ejaculação precoce, ejaculação retardada e ausência de orgasmo", explica o urologista e terapeuta sexual Celso Marzano, fundador do CEDES - Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade. 
Esse mito é reforçado por uma característica típica dos homens, serem mais discretos em relação aos seus problemas com sexo. "Culturalmente os homens aprendem desde cedo que devem resolver seus problemas sozinhos, sem ajuda", considera o urologista Valter Javaroni, chefe do ambulatório de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia Regional Rio de Janeiro (SBU-RJ). 
Mas não é porque o orgasmo dos homens parece mais simples, que não existam dúvidas sobre esse tema tão complexo! Por isso mesmo, separamos algumas delas, para nossos especialistas responderem. Confira: 

Por que o homem chega ao orgasmo com mais facilidade?

Casal feliz durante o sexo
 
Infelizmente para as mulheres, a rapidez com que os homens chegam ao orgasmo é uma questão fisiológica, ou seja, não há como elas fazerem igual. "Há um intenso contato do pênis na região sexual, e as áreas mais sensíveis e que aumentam a excitação estão localizadas nele", descreve Marzano. Com mais estímulos sensoriais, fica mais fácil mesmo para o homem atingir o prazer. Já a mulher, precisa de outros estímulos, o que torna as preliminares tão importantes para elas. 

Por que o homem leva mais tempo para um novo orgasmo?

Enquanto as mulheres rapidamente estão prontas para mais sexo, o homem em geral demora mais para se recuperar. Isso ocorre porque após um orgasmo existe o período refratário. "Este período é importante, pois durante a ereção máxima do pênis o sangue deixa de circular no seu interior. É necessário que o pênis relaxe e fique flácido depois da ejaculação para que os tecidos se recuperem deste esforço. Por isso, caso tente uma nova ereção, o pênis vai reclamar, gerando uma sensação desagradável", comenta Javaroni. 
Além disso, o homem gasta bem mais energia durante o ato sexual do que a mulher e precisa estar preparado para esse esforço. "A necessidade de manter uma ereção contínua leva a uma movimentação muscular progressiva. Por isso, o mal preparo físico normalmente leva a uma estafa física após o sexo", pondera Marzano. A idade é outro fator que influencia nisso: quanto mais velho for o homem, maior seu tempo refratário. 

Quantos orgasmos o homem pode ter em uma relação sexual?

Para nossos especialistas, isso depende muito. "Não existe uma regra. Depende de idade, excitação, intensidade do orgasmo e tempo do período refratário. O pênis precisa de um tempo de descanso e, em caso prolongado, isso quebra o clima para novas tentativas", explica Javaroni. O mais importante é que o homem não se force a tentar novas ereções, se ele ainda não está preparado fisiologicamente para isso novamente, pois causará uma sensação de desconforto e faz mal à circulação peniana. 

Quanto tempo o homem leva para chegar ao orgasmo?

A média é de 15 minutos, mas tudo depende de fatores como excitação, ansiedade ou mesmo a idade. No início da relação sexual, esse tempo tende a ser mais rápido, mas com o tempo e a experiência, e consequentemente a redução da ansiedade, ele consegue se segurar por mais tempo. "O homem mais idoso perde um pouco da capacidade de rigidez peniana, a intensidade do orgasmo diminui, mas em compensação, demora mais tempo para atingir o prazer", conta Javaroni. 
 
Disfunções sexuais são comuns nos homens também
 
Além disso, existem também as disfunções sexuais relacionada ao tempo do orgasmo. A mais conhecida é a ejaculação precoce, quando o prazer vem rápido demais. Mas também existe a retardada, quando o orgasmo demora mais a chegar. "A primeira está muito ligada a ansiedade. Já a última é por doenças físicas como diabetes; obesidade, falta de preparo físico e alterações hormonais como a andropausa", comenta Marzano. 
Porém, tudo isso é muito relativo e o tempo ideal depende de cada homem e até mesmo de cada casal. "Geralmente levamos em consideração o quanto isso gera de impacto negativo na vida sexual. Como exemplo: existem homens que levam três minutos para ejacular e ficam superfelizes, enquanto outros controlam por 4 minutos e sentem-se péssimos. Por isso o segredo é individualizar o diagnóstico e a conduta terapêutica", ensina Javaroni. 

O homem pode segurar o orgasmo?

Sim, isso é comum, e normalmente ele consegue o controle aos poucos ao longo da vida, mas o urologista Javaroni dá algumas dicas para conseguir isso: ? Trabalhe sua autoconfiança; quanto menos ansiedade melhor será o controle; não se preocupe tanto com quantidade e sim com qualidade; e evite buscar sua parceira quando estiver muito cansado ou muito estressado?, enumera o especialista. 
Buscar ajuda é uma boa opção, caso isso esteja atrapalhando o relacionamento do casal. "Com a terapia sexual existem exercícios e técnicas de aprendizagem do controle ejaculatório. Apenas com muita observação e conhecimento total da sua resposta sexual, e a maioria dos homens não consegue isso", pondera Marzano. 

O orgasmo só vem na ejaculação?

Normalmente, prazer e ejaculação andam lado a lado na natureza do homem, afinal biologicamente o sexo está ligado à perpetuação da espécie, e o prazer seria apenas uma recompensa por cumprir essa parte. Porém, alguns problemas de saúde podem levar a um orgasmo sem ejaculação. "Quando se retira a próstata pelo câncer e por hormônio terapia, pode não haver ejaculação. O volume do sêmen diminui com medicamentos para a próstata e com a idade também, mesmo que o orgasmo continue igual", aponta Marzano. 
Além disso, existem técnicas orientais que ensinam o homem a chegar ao orgasmo sem ejacular, permitindo então que ele consiga continuar a relação por mais tempo. "Assim, conseguindo dissociar o prazer da ejaculação, seria possível atingir o orgasmo muitas vezes e só depois ejacular e perder a ereção", comenta Javaroni. 
O contrário também acontece! Alguns homens podem ejacular sem sentir orgasmos, e essa é uma disfunção, que pode ser ocasionada por doenças neurológicas ou mesmo problemas psicológicos. É importante buscar tratamentos nesses casos.

É preciso aliar estímulos visuais e físicos para eles atingirem o prazer?

Casal após o sexo
 
O principal fator para o homem atingir a ereção, e depois o orgasmo, é a fantasia. Isso porque o processo de prazer é completamente cerebral. "Tudo depende da ativação de diferentes centros neurológicos representados por conjunto de neurônios. A chegada de muitos estímulos em um determinado período de tempo é que vai determinar a quantidade mínima de sensações necessária para atingir o limiar para o orgasmo. Isso vai variar de homem para homem e até de momento para momento", explica Javaroni. Por isso mesmo, estímulos físicos e visuais normalmente são aliados para esse processo. 
Normalmente, o estímulo físico sozinho consegue gerar uma ereção e um orgasmo, pois há a sensação tátil de prazer. Já o estímulo mental, apesar de conseguir deixar um pênis ereto, dificilmente leva sozinho ao prazer. "Existem relatos de técnicas que se propõem a educar estes centros neurológicos de maneira que se tornaria possível a obtenção do orgasmo apenas com pensamentos. Fisiologicamente é possível, mas na prática é bem difícil", pondera o especialista. 

Homens podem fingir orgasmos?

Por incrível que pareça, eles podem sim! "É só fingir sensações intensas de prazer e pedir para retirar a camisinha no banheiro. A maioria dos parceiros não fiscaliza se há ou não esperma na camisinha", comenta Marzano. A prática é bem pouco comum, mas pode ser realizada quando o homem quer fingir que consegue sair do período de refração mais rapidamente, por exemplo. 
Porém, é algo de difícil execução, não pela atuação de sentir um prazer falso, mas devido à quebra da ereção. "O homem não controla assim a ereção, de maneira 100% voluntária determinando quando o pênis fica ereto e quando fica flácido. O que determina a interrupção da ereção é o orgasmo/ejaculação ou então algum estímulo mais poderoso que a excitação que motivou a ereção", ensina Javaroni. 

terça-feira, 24 de março de 2015

Oito benefícios do sexo para a saúde

No Dia do Sexo (6 de Setembro), todo mundo lembra o quanto ele é bom para a saúde. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:
dor de cabeça - foto Getty Images
 
Alivia as crises de enxaqueca Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma. 
Melhora o aspecto da pele
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos.

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque. 
Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista. 
Melhora o sono
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior. 
Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology. 
Diminui os riscos de infarto
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.  
Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 
Aumenta a imunidade
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.  

domingo, 14 de dezembro de 2014

Idosos podem ter uma vida sexualmente ativa!

Idosos podem ter uma vida sexualmente ativa?
 
Se você acha que a pipa do vovô não sobe mais, se enganou.

Durante muito tempo os idosos foram considerados pela sociedade seres assexuados. A valorização ou a preocupação com a vida sexual entre idosos era quase uma transgressão social.

Felizmente esse pensamento vem mudando muito devido ao esforço de profissionais das áreas da saúde, mas principalmente porque a população mundial vem envelhecendo e consequentemente os idosos vem se tornando um novo mercado consumidor.

A disfunção erétil atinge 67% dos homens com idade superior a 70 anos. Entretanto, pelo embaraço, preconceito ou desconhecimento de ambas as partes, médico e paciente, apenas 5% dessa população recebem tratamento.

Nessa faixa etária a disfunção erétil é um problema multifatorial: queda hormonal, diminuição da irrigação sanguínea peniana, presença de doenças crônicas debilitantes e eventuais efeitos colaterais de medicamentos agem alterando a ereção.

A disfunção erétil aumenta com o avançar da idade, mas não pode ser associada como um problema inerente ao envelhecimento. O homem não é portador de uma ''bateria sexual'' que se gasta ao longo da vida e impede a vida sexual. Uma vida saudável possibilita atividade sexual por toda a vida.

É verdade que as respostas sexuais humanas com o envelhecimento se alteram, mas essas alterações não impedem a atividade sexual. Em uma pesquisa com questionários, 59% dos homens casados com mais de 70 anos de idade mantinham relações regulares com suas esposas. Também nesse estudo 83% dos homens e 64% das mulheres se tocavam e estimulavam sexualmente.

Não se recomenda tratamentos para os idosos diferentes de outras faixas etárias, sendo que os fatores psicológicos e clínicos, que normalmente são valorizados na escolha do tratamento, como efeitos colaterais e disponibilidade do parceiro, devem ser ainda mais valorizados.

O ato sexual faz parte da interação do casal e manutenção dessa atividade aumenta essa interação, permitindo que continuem a ter prazer em uma idade onde culturalmente isto não era mais permitido.
Mas se o vovó for um sedentário, não adianta as dicas acima.

Exercício físico pode melhorar desempenho sexual?

Quando as pessoas com mais de 40 anos pensam em desempenho sexual sempre relembram seus 20 anos, quando o vigor da juventude estava à disposição. Mas o tempo passa para todos. As responsabilidades aumentam, a rotina do dia-a-dia desgasta e as atividades prazerosas acabam sendo colocadas de lado ou até esquecidas. Porém, há tempo para mudar. É possível, por exemplo, manter o desempenho sexual em ótimo nível adotando práticas mais saudáveis.

A principal delas é mandar o sedentarismo para o espaço e fazer atividades físicas com regularidade. Ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso ser atleta ou frequentar academias sofisticadas para melhorar a saúde e, consequentemente, o desempenho sexual. Uma simples caminhada diária já proporciona melhoras.

Quando se pratica esportes, o corpo libera serotonina - substância presente no cérebro que age como neurotransmissor, permitindo a comunicação entre as células nervosas do cérebro, os neurônios. Esta comunicação é fundamental para a percepção do ambiente e para a capacidade de resposta aos seus estímulos.

A serotonina desempenha importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como liberação de alguns hormônios, regulação do sono, do apetite, da atividade motora e das funções cognitivas. Ela ajuda a melhorar o humor, causando sensação de bem-estar.

Além da serotonina, é importante ressaltar que a prática de esportes deixa as pessoas mais dispostas ao sexo. O círculo de amizade aumenta, a autoestima melhora, o nível de estresse e de ansiedade é reduzido, além de outros benefícios. Exercícios feitos regularmente, como andar de bicicleta ou caminhar, melhoram a eficiência do coração, pulmões e sistema circulatório, permitindo que o corpo transporte mais oxigênio e proporcionando maior resistência do organismo.

Lógico que o sedentário não deve sair por aí fazendo exercícios. Antes de mais nada é preciso procurar um médico para uma avaliação clínica.

É essencial começar devagar, respeitando os limites do organismo. Depois que o seu corpo estiver adaptado, é só aproveitar os benefícios que o novo ritmo de vida proporciona.
Envelhecimento do marido pode prejudicar a relação?

Muitas pessoas ainda acreditam que o fato do homem se tornar mais ranzinza e nervoso com a idade mais avançada é natural e, por isto, irreversível. Isto não é verdade. O fato é que a idade vem para todos e ela traz mudanças no corpo do homem. A alteração de humor, queda da disposição física, bem como a diminuição do apetite sexual são reflexos diretos de variações hormonais causadas pelo processo de envelhecimento que desencadeia o climatério masculino, e deve e pode ser tratado.

A melhor alternativa para este caso é a prevenção. Todos os homens devem realizar exames periódicos para medir a dosagem hormonal, a partir dos 40 anos de idade. A queda na produção deste hormônio é natural. Ela começa a partir dos 20 anos e sua diminuição varia de 17% a 32% até os 60 anos. A queda mais acentuada ocorre entre os 20 e os 40 anos.

Mesmo assim, na maioria dos homens, a quantidade produzida pelos testículos continua suficiente com o avançar da idade. O acompanhamento permite intervir assim que a queda de produção dos hormônios, principalmente da testosterona - hormônio masculino que regula a energia vital e o humor - for mais significativa.

Nos homens, níveis insuficientes de testosterona provocam entre outros sintomas, cansaço físico, desânimo e irritabilidade. Estes sintomas acabam prejudicando o convívio social da pessoa levando-a a solidão e comportamento depressivo. Esta situação pode ser evitada com conscientização, prevenção e tratamento.

Com o diagnóstico precoce, a reposição hormonal traz resultados excelentes. Embora não haja nenhuma comprovação científica de que a testosterona potencializa o aparecimento de câncer de próstata, este tipo de tratamento não é indicado quando o paciente tem histórico pessoal de câncer de próstata ou casos da doença na família.

A idade pode influenciar no desempenho sexual?

Em 1960 a expectativa média de vida do brasileiro era de 55,9 anos. Isto significava que um homem com 50 anos de idade era visto pela sociedade como um idoso. Era o começo do fim da atividade produtiva. Nesta idade o homem já estava de olho na aposentadoria, inclusive sexual. Com o avanço da medicina e também com as mudanças comportamentais que ocorreram na sociedade nos últimos anos isto tudo mudou e mudou para melhor.

Hoje a expectativa de vida do brasileiro, conforme dados do IBGE, passou dos 70 anos. Os homens de 50 anos, ao contrário do que acontecia na metade do século passado, estão em plena atividade profissional e sexual. Eles estão fisicamente mais saudáveis, preocupam-se mais com o corpo, praticam esportes e cuidam da estética.

Esta revolução reflete-se em sua vida sexual. Na cama os ''cinquentões'' estão mais acesos do que nunca. Além da nova visão de mundo que os homens com mais de 50 têm atualmente, também contribuiu para a melhora da qualidade de vida os novos medicamentos que garantem atividade sexual mais intensa.





Os homens de 50 anos estão sabendo aproveitar melhor seus relacionamentos. Eles já estão com sua vida profissional definida; mais maduros e controlam melhor suas ansiedades e isso se reflete na cama. Outro fator importante é que, quando se trata do desempenho entre quatro paredes, eles se preocupam mais com a qualidade dos relacionamentos do que com a quantidade.

O que ocorre é que aos 20 anos o jovem está na fase de experimentação do sexo e, com a liberdade sexual que há hoje, sente-se na obrigação de mostrar desempenho para suas parceiras.

Aos 30 anos, o homem começa a definir e estruturar sua carreira profissional. É uma fase de incertezas, de anseios, de estresse e isso afeta a sua vida sexual.

Aos 50, o homem se sente mais seguro do que quer e isto reflete no desempenho.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Qual o seu? Conheça os cinco tipos mais comuns de pênis!

Muita gente se preocupa com o tamanho do pênis, mas se esquece de que o formato pode ser crucial na hora da transa. Ser maior ou menor pouco importa se a glande for como um cogumelo, por exemplo. Para os gays, ativos ou passivos, a espessura e a envergadura são características essenciais para uma relação sexual com menos dor e mais prazer.
Conheça os cinco tipos mais comuns de formatos de pênis…
formato01_0
O “pênis lápis” é um dos tipos mais comuns. A região da glande é mais estreita e pontiaguda, parecida com a ponta de um lápis, enquanto o corpo é todo da mesma espessura, apresentando uma aparência uniforme. Tanto para ativos quanto passivos, este é o tipo mais favorável à todas as posições sexuais. No sexo anal tem uma vantagem, pois, ao ser mais estreito na ponta, facilita a penetração, reduzindo as dores e desconfortos.
formato02_0
Dizem por aí que “pênis bom é pênis caído para a esquerda”. Sem desprezar os “retinhos”, os pênis com curvatura tem suas vantagens. Apesar de poder causar algum desconforto, principalmente no caso dos ativos, o formato diferenciado pode pedir novas posições sexuais, apimentando ainda mais o relacionamento. Sexo “de ladinho” é a dica!
formato03_0
Sabe aquele pênis que tem a cabeça grande glande proeminente e um corpo mais fino do que a ponta? Eles são conhecidos como pênis cogumelo. Sua anatomia avantajada favorece o sexo oral, que pode ser uma experiência bem prazerosa para ambos os envolvidos. Entretanto, o sexo anal pode ser prejudicado e doloroso em virtude do tamanho da glande ser muito maior do que o diâmetro do reto. Tome cuidado!
formato04_0
Fino na glande e com um corpo que vai engrossando à medida que avança, o “pênis cone” é flexível, o que permite um ótimo desempenho em todas as posições sexuais. Seu dono pode se chamar de sortudo, pois o formato do seu membro oferece uma penetração prazerosa, já que a espessura aumenta de acordo com o avanço dentro do ânus.
formato05_0
O pênis banana é um membro flexível, que costuma satisfazer muito durante a penetração. Trata-se de uma das formas mais comuns, a glande e a base são da mesma espessura. Porém o corpo é mais grosso, gerando muito prazer durante a penetração. É apropriado para todas as posições sexuais e super prazeroso durante o sexo oral.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Homem com dois pênis





No primeiro dia de 2014, a rede social Reddit fez uma sabatina com seus usuários e um homem que alega ter dois pênis. Além de fotos com data, o rapaz respondeu perguntas de todos. Ainda há quem acredite que o moço não exista, nós visitamos o Tumblr e vimos muitas fotos que indicam que ele tem mesmo a anomalia conhecida como diphallia. Identificado como “O Cara com Dois Pênis”, ele conta que hoje convive bem com a dupla dinâmica e nem pensa em se operar.

O homem diz no site que pode urinar e gozar com os dois pênis, mas que da direita é maior e fica mais rígido e por isso é o seu favorito. Seus pênis medem 8cm mole e o da direita 17,5 cm e o da esquerda 15cm quando eretos, ambos não circuncisados.

O "cara com dois pênis" conta que pode revezar usando um pênis de cada vez até gozar, alternando, conseguindo múltiplos orgasmos. Ele diz que não conheceu ninguém que tenha dois pênis mas que sabe que há casos pelo mundo. Bissexual, ele diz que sempre faz dupla penetração e que os homens encaram a novidade com menos medo, algumas mulheres chegaram a desistir da transa ao descobrir que ele tinha dois pênis.

Ele conta que evita usar mictórios pois o fluxo de urina vem junto e ele precisa retirar os dois pênis ao urinar e as pessoas olham. O rapaz afirma que nunca pensou em fazer filmes pornô pois não acha que deva ser espetacularizado, não venderia sua dignidade, ele apenas se expõe com fotos na internet para educar as pessoas e não se importa se as elas acreditam ou não. Muitos o acusam de ser um impostor por não postar um vídeo, que comprovaria a veracidade de sua história, já que fotos são facilmente manipuláveis. O rapaz também não revela sua identidade, onde mora ou idade.

“Para entender como ter dois pênis impactam em sua vida você precisaria ter. Tem um monte de gente, especialmente homens, que acham que ter dois pênis faria a vida deles incrível. Não fez a minha”, desabafa ele que diz que sofreu bullying na escola. O homem reclama que sempre se torna o cara com dois pintos e não mais ele mesmo e as pessoas só querem falar disso quando descobrem seu segredo.
 
 


Leia Mais: Homem com dois pênis ganha fama na internet e conta sua história | Revista Lado A http://revistaladoa.com.br/2014/01/noticias/homem-com-dois-penis-ganha-fama-na-internet-conta-sua-historia#ixzz3A899Evdl
Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo sem autorização. Lado A Comunicação 2006-2014.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Problemas bucais associados ao HIV/AIDS

Problemas bucais associados ao HIV/AIDS

O HIV (vírus de imunodeficiência humana) é o vírus que causa a AIDS. Este vírus é transmitido de uma pessoa para outra através do contato com o sangue (transfusões de sangue, agulhas infectadas com HIV) e relação sexual. Além disso, uma mulher grávida que esteja infectada pode transmitir o HIV para o seu bebê durante a gestação ou parto, como também através da amamentação. AIDS (síndrome de imunodeficiência adquirida) ocorre quando a infecção pelo HIV enfraquece o sistema imunológico da pessoa até o ponto em que ela não consegue combater certas doenças e infecções. Infecções "oportunistas" também podem ocorrer, aproveitando-se da fraqueza do sistema imunológico. 

Como saber se estou com HIV/Aids?

Aids e problemas dentários
 
 Problemas dentários como gengivas machucadas e sangrando, feridas de herpes na boca e infecções por fungos (sapinho), podem ser os primeiros sinais clínicos de AIDS. No entanto, se você tiver alguns destes sintomas não deve concluir que está infectado pelo vírus, uma vez que eles ocorrem também na população em geral. A única forma de se saber ao certo se está infectado é fazendo o teste de HIV. Consulte seu médico ou qualquer outro profissional da área de saúde. Um teste de HIV positivo não significa que você tenha AIDS. A AIDS é um diagnóstico feito pelo médico, com base em critérios específicos. Também não se pode confiar nos sintomas para saber se está ou não infectado pelo HIV. Muitas pessoas que estão infectadas pelo vírus não apresentam nenhum sintoma durante muitos anos. Os sinais abaixo podem servir como alerta para a infecção pelo HIV:

- Perda de peso acelerada
- Tosse seca
- Febre constante ou sudorese noturna intensa
- Glândulas linfáticas inchadas nas axilas, virilha e pescoço
- Diarreia que dura mais de uma semana
- Manchas brancas ou manchas estranhas na língua, na boca ou na garganta
- Pneumonia
- Manchas vermelhas, marrons, rosas ou púrpuras na pele, ou dentro da boca, nariz ou pálpebras
- Perda de memória, depressão e outras alterações neurológicas
 
Como evitar?
 
A transmissão pelo HIV pode ocorrer quando o sangue, sêmen, fluido vaginal ou leite materno de uma pessoa infectada penetra no seu corpo. A melhor maneira de evitar a contaminação pelo HIV é não praticando atividades de risco que permitam que o vírus entre em seu corpo. Para maiores informações sobre a prevenção contra o HIV/AIDS, consulte um médico ou outro profissional da área de saúde. Informações podem ser também obtidas na Secretaria da Saúde do Estado ou da Prefeitura de sua cidade. Muitas pessoas se preocupam com o risco de infecção através da transfusão de sangue. Doar sangue não oferece nenhum risco de contrair o vírus HIV. 

Posso contrair HIV no consultório dentário?

Devido à natureza do tratamento dentário, muitas pessoas temem que o HIV possa ser transmitido durante o tratamento. Precauções universais são utilizadas para a limpeza do consultório, dos equipamentos e instrumentos utilizados pelo dentista, entre cada um dos pacientes a fim de prevenir a transmissão do HIV e outras doenças infecciosas. Isto é a lei! Estas precauções exigem que os dentistas e assistentes utilizem luvas, máscaras e proteção para os olhos, e que esterilizem todos os instrumentos manuais (motores) e outros instrumentos dentários para cada paciente, utilizando os procedimentos de esterilização específicos determinados pela Vigilância Sanitária.

Os instrumentos que não puderem ser esterilizados devem ser descartados em lixos especiais. Após cada consulta, as luvas são descartadas, as mãos são lavadas e um novo par de luvas é utilizado para o próximo paciente. Se você estiver ansioso, alguns minutos de conversa com seu dentista para tirar quaisquer dúvidas que possa ter sobre saúde e medidas de precaução podem deixá-lo mais tranqüilo. Como tratar HIV/Aids? 
 
Atualmente existem tratamentos médicos que podem retardar a velocidade com que o HIV enfraquece o sistema imunológico. Existem outros tratamentos que podem prevenir ou tratar algumas das doenças associadas à AIDS. Assim como outras doenças, o diagnóstico precoce oferece mais opções de tratamento.

Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2014 Colgate-Palmolive.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Homossexualidade masculina estaria em DNA, afirma pesquisa controversa

A pesquisa analisou o DNA de quatrocentos pares de irmãos para ver se haveria alguma predisposição genética para ser gay Foto: AP

Mais uma vez o assunto das causas da homossexualidade vem à tona. Desta vez, uma pesquisa americana afirma ter encontrado modificações genéticas no cromossomo X dos homens que poderiam causar influência na orientação sexual. Para os autores do estudo, há evidências de que homens gays carregam influências em seu DNA – mas que fatores sociais e ambientais também influenciariam.

Segundo informações do jornal Independent, o estudo foi apresentado no encontro anual da Associação para o Avanço da Ciência nesta quinta-feira, 13 de fevereiro. A pesquisa analisou o DNA de quatrocentos pares de irmãos para ver se haveria alguma predisposição genética para ser gay.
 
Os cientistas encontraram uma região do cromossomo X (Xq28) que teve um impacto na sexualidade masculina, assim como num trecho do cromossomo 8.

Dr. Michael Bailey, da Universidade de Northwestern, de Illionois, disse que a orientação sexual não teria nada a ver com escolhas. “Nossas pesquisas sugeriram que pode haver alguns genes em jogo em relação à homossexualidade. Encontramos evidências para dois conjuntos que afetam se um homem é gay ou hetero.” Mas ele enfatizou que os genes não são completamente determinantes, havendo também os fatores ambientais e sociais, e que os fatores ambientais (que são aqueles externos a nós desde nosso nascimento) ainda seriam os que mais causam impacto na sexualidade de alguém. 

O estudo ainda não foi publicado, mas as pesquisas iniciaram em 1993 pelo Dr. Dean Gamer, do Instituto Nacional Americano de Câncer, quem encontrou marcas genéticas no cromossomo X de homens gays.
 
Há perspectivas de que futuramente o teste genético possa ser feito ainda durante o pré-natal da grávida; no entanto, a completa certeza da orientação sexual não seria revelada, dado que haveria outros fatores influenciando o homem.

O porta-voz Richard Lane da Stonewall, Organização para os Direitos Gays, comentou sobre o assunto. De acordo com o Independent, ele disse que “esses tipos de estudos vivem aparecendo, pretendendo provar as origens da orientação sexual, sem realmente fazer pesquisa ou provar realmente na prática.” 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Doação de espermatozoides

A doação é anônima e confidencial e os futuros pais podem escolher o material pelas características físicas do doador

O que é a doação de espermatozoides

A doação ocorre quando um homem cede seus espermatozoides para que ele fecudem o óvulo de outro casal. No Brasil, a lei estipula que essa doação seja anônima e os pais dessa criança são considerados o casal que buscou o tratamento de fertilização. 

Como é feita a doação de espermatozoides

As doações de esperma são feitas em bancos específicos ou em clínicas de reprodução assistida. Elas são feitas espontaneamente e sem remuneração. Coletar o material é mais fácil para os homens, já que ela é feita por masturbação. O sêmen é tratado para se obter apenas os espermatozoides, sem os líquidos que também provém da coleta. Depois a amostra é guardada congelada, com as características do homem doador registradas e arquivadas para uso futuro. Já a preparação para fazer o tratamento normalmente é feita apenas após o descongelamento. 
Esse material pode ser usado por quem quer ter filhos, mas que material do homem não é bom, ou se trata de um casal homoafetivo feminino ou de uma mãe solteira. Normalmente escolhe-se o perfil através das características do doador, até para terem uma semelhança física com a família.
 
O material pode ser usado na inseminação artificial ou fertilização in vitro, dependendo da avaliação médica da mulher que vai gerar a criança. No primeiro procedimento, ele é aspirado dentro útero da mulher que já passou pela indução de ovulação, enquanto no segundo método o óvulo é fecundado em laboratório e transferido para o útero da futura mãe ou da barriga solidária. O doador não fica nem sabendo se seu sêmen foi usado. 

Quem pode ou não doar

As novas leis brasileiras para reprodução assistida estabelecem que os doadores tenham até 50 anos de idade. Por mais que o homem produza espermatozoides a vida toda, a qualidade desse material muda com o passar do tempo: é mais comum que gametas de homens mais velhos tenham alterações nas divisões celulares, podendo ter um cromossomo duplicado ou ausente, o que causa doenças genéticas como a Síndrome de Down. 
Além disso, é importante que o doador não tenha nenhuma doença que possa ser transmitida pelo sêmen, com a AIDS ou ter alguma alteração em seu sêmen, como menor quantidade ou motilidade. 

Quem precisa receber

A doação de espermatozoides é necessária para casais que querem engravidar, mas em que o homem tenha problemas na qualidade do seu espermatozoide, como baixa motilidade, menor quantidade, entre outros. 
Além disso, casais homoafetivos femininos ou mulheres que querem ser mães solteiras também podem buscar essa alternativa para terem filhos com seus óvulos. 

Quais os riscos da doação de espermatozoides

Não há risco algum para o doador de espermatozoides. Para a mulher que receberá a inseminação artificial ou a fertilização in vitro, estão sujeitos os riscos comuns aos dois métodos. 
Em ambos os casos, a indução de ovulação traz como risco a Síndrome da Hiperestimulação do Ovário (SHO), quando há uma produção maior do hormônio estradiol, sintetizado nos ovários, o que aumenta o inchaço e as chances da mulher ter trombose durante a gravidez. Porém esse risco é menos frequente na inseminação, pois é um tratamento que utiliza doses baixas de hormônios na maior parte dos casos. 
Nos dois tratamentos também há alta incidência de gravidez gemelar, já que mais de um óvulo é produzido na inseminação artificial e mais de um embrião é implantado na fertilização in vitro. Isso é considerado um risco, pois a gravidez de gêmeos tem mais risco de haver parto prematuro, entre outras complicações. Esse tipo de gestação é um risco, pois normalmente acarreta em parto prematuro, perigoso para a mãe e para o feto.
 
Preparação para a doação de espermatozoides
 
Muitos laboratórios e clínicas pedem que o doador fique de três a sete dias ter uma relação sexual ou sem ejacular. 
Para o casal que recebe a notícia de que não poderá usar o sêmen do marido, nem sempre é uma escolha fácil. Normalmente, o profissional costuma dar argumentos consistentes, detalhando como funciona o procedimento e que a criança, de acordo com a lei brasileira, sempre será considerada como filha dos dois, e o doador nem saberá que os gametas dele foram utilizados e nem com qual casal, assim como eles nunca saberão quem doou. Mas o médico deve estar disposto a dar tempo do casal pensar e aceitar a decisão de eles não prosseguirem com o tratamento. 
Quanto a preocupação da criança ser diferente do pai, dá para escolher um doador que seja semelhante fisicamente ao homem desse casal. Além disso, o código genético difere menos de 1% entre uma pessoa e outra, o que não torna grande diferença quando você usa o óvulo ou espermatozoide de outra pessoa. 

Cuidados especiais

A mulher que receberá os espermatozoides ou os embriões deve levar uma vida saudável. Evitar fumar ou beber, alimentar-se a cada 3 horas, ingerir muito líquido e ter boas horas de sono, são todas medidas essenciais. Para se evitar complicações, como a dor, a paciente deve evitar atividades físicas, principalmente as de alto impacto. 

Onde encontrar

Clínicas e hospitais com centros de reprodução humana normalmente oferecem esse serviço. Além disso, ele também pode ser feito pelo Sistema Único de Saúde e em hospitais universitários. 
Fontes consultadas
Ginecologista especialista em reprodução humana Geraldo Aguiar, da Clínica Genics 

sábado, 12 de abril de 2014

Homens que estimulam a produção de testosterona ganham mais músculos

Para definir os músculos e mandar embora a barriga saliente, vale investir em hábitos que aumentam a produção do principal hormônio masculino - a testosterona. Estudos apontam que ela é prejudicada quando há excesso de peso. "O tecido gorduroso em excesso no homem transforma esse hormônio em estradiol, que é um hormônio feminino que diminui a produção de testosterona", explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

A testosterona é responsável pelo aumento do tecido muscular, desejo sexual, frequência de ereções, fertilidade e uma série de outras funções do corpo. Sem ela, você certamente se sentirá mais cansado e com menos disposição para praticar atividades físicas - percebeu o ciclo vicioso? Há até um estudo realizado pela farmacêutica Bayer, apresentado no Congresso Europeu de Obesidade em Lyon, na França, que mostrou que os homens analisados que fizeram reposição com testosterona perderam peso mais rápido. Aproveite as orientações de especialistas a seguir para melhorar a produção desse hormônio.
Alterne exercícios aeróbicos e musculação

Alterne exercícios aeróbicos e musculação

Segundo o fisiologista João Pinheiro, de São Paulo, misturar exercícios aeróbicos e musculação favorece o aumento da massa magra (músculos) e o gasto da massa "gorda" (gordura). "Com a redução de gordura corporal, há uma diminuição na produção de estrogênios e aumento consecutivo da testosterona", conta.

Mas é preciso tomar cuidado para não praticar exercícios de forma descontrolada e acabar perdendo tanto massa magra quanto gorda. "Para emagrecer queimando apenas as gorduras, é melhor seguir uma atividade física de baixa e média intensidade, além de uma alimentação balanceada", orienta o fisiologista. No período de oito a dez semanas, você pode conseguir ótimos resultados. Consulte um profissional para elaborar um plano ideal para você.  

Cuidado com dietas restritivas

A alimentação tem relação direta e indireta com a produção hormonal. "Direta porque os hormônios são derivados em parte de nutrientes que são obtidos por meio da alimentação", conta a nutricionista Maria Cristina Morales, da Clínica Bersou, em São Paulo. A relação indireta é que a má alimentação leva à obesidade que, como já sabemos, pode interferir na produção dos hormônios pelo corpo.

Sem uma dieta balanceada, portanto, você pode tanto ganhar peso quanto fornecer poucos nutrientes para que o seu corpo fabrique testosterona. Carboidratos, proteínas e outros nutrientes devem marcar presença no seu prato - peça ajuda a um nutricionista para acertar o cardápio.

Consuma gorduras

Não é porque você quer emagrecer e ganhar músculos que as gorduras devem ser excluídas da alimentação. A testosterona é um hormônio derivado do colesterol. "Parte do colesterol utilizado para a produção desses hormônios deve vir da alimentação, por meio da ingestão de gorduras e outros nutrientes", conta a nutricionista Maria Cristina. Por isso, consuma diariamente alimentos fontes de gorduras poli-insaturadas, como peixes e óleos vegetais, fontes de gorduras monoinsaturadas, como castanhas, azeite de oliva e abacate, e uma pequena quantidade de gordura saturada, como carnes, frango, leite e seus derivados. Saiba mais como e quanto consumir de gorduras 

Durma bem

Um estudo feito pela Universidade de Chigado (EUA) e publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) indica que homens que dormem menos de cinco horas por dia têm seus níveis de testosterona drasticamente reduzidos para a mesma quantidade que a de um adolescente de 10 a 15 anos.

A endocrinologista Andressa explica que a maior parte da secreção hormonal é controlada pelo relógio biológico, ou seja, a divisão que o organismo faz entre dia e noite. "O hipotálamo e a glândula hipófise são as duas regiões do cérebro responsáveis por unir o ciclo sono-vigília com a produção hormonal", afirma. Um sono de seis a oito horas por noite garante que esse funcionamento permaneça em equilíbrio.  

Tome sol

A endocrinologista Andressa cita um estudo austríaco da Universidade de Graz: pesquisadores analisaram 165 homens antes e depois de reporem a vitamina durante um ano. Um grupo recebeu a suplementação de vitamina D e o outro, apenas placebo. Como resultados, houve um aumento significativo nos níveis de testosterona dos homens que receberam a vitamina D.

"Ainda precisamos de mais estudos para comprovar essa hipótese", afirma Andressa. Mas não custa dedicar alguns minutinhos por dia para se expor ao sol - com protetor solar e fora do horário entre às 10h e 16h. Os raios solares são responsáveis por sintetizar a vitamina D no organismo. Há muitas pesquisas que apontam os benefícios da vitamina D e dos raios solares para regular diversas funções do organismo. Com o corpo funcionando melhor, a produção hormonal também pode ficar regularizada.  

Pegue leve nos doces

"Açúcar, carboidratos refinados, gorduras trans e gorduras saturadas em excesso contribuem com o aumento da gordura corporal e o excesso de produção de aromatase, que é uma enzima que converte a testosterona em estrogênio", afirma a nutricionista Maria Cristina. Por isso, maneire no consumo de frituras, carnes vermelhas gordurosas e guloseimas cheias de açúcar e dê preferência aos pães e massas integrais.

Coma brócolis e romã

Segundo a nutricionista Maria Cristina, brócolis, couve, couve-de-bruxelas, couve-flor, rabanete, rúcula e agrião são alimentos que melhoram a eliminação pelo organismo de derivados do estrogênio, hormônio que tem o efeito oposto ao da testosterona. "Já a romã diminui a aromatase que, como vimos, converte a testosterona em estrogênio", explica. 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Viva até 20 anos mais com seis hábitos, entre eles sorrir mais

Dois americanos parecem ter encontrado a fórmula para viver até 20 anos mais sem recorrer a tratamentos absurdos. No livro Diminua Sua Idade (editora Best Seller), o médico Frederic J. Vagnini e o jornalista Dave Bunnell apresentam hábitos que aumentam em décadas a longevidade - com justificativas cientificamente comprovadas. As principais recomendações dos americanos são: comer mais fibras, fugir do açúcar, cortar gorduras saturadas, dormir bem, fazer mais sexo e sorrir mais. No Brasil, a expectativa de vida é de 72 anos. No entanto, poucos são os que sonham viver somente até esta idade. Fomos conversar com um time de especialistas para entender como essas simples mudanças são capazes de garantir que você chegue à velhice com uma vida e saúde mais plenas. 

Coma mais fibras

As fibras fazem bem para o bom funcionamento do intestino. É verdade, mas elas não servem apenas para isso. "Fibras desempenham uma série de funções importantes, como auxiliar a assimilação de outros nutrientes, reduzir o mau colesterol (LDL), prevenir doenças e até evitar o mau hálito", explica a nutricionista Daniela Jobst.

E para atingir bons níveis de fibras não são necessários grandes esforços, pois elas são encontradas em alimentos que ingerimos comumente. A quantidade ideal de ingestão gira em torno de 25 a 30 gramas por dia e é importante não exagerar, como explica a nutricionista Daniela Jobst. "O estômago se adapta ao 'efeito esponja' das fibras e acaba se dilatando. Se a pessoa ultrapassa essa quantidade, precisará comer mais do que antes para se sentir saciada". Além disso, é importante ingeris as fibras com um pouco de líquido, pois a seco sua ingestão é mais difícil.

Vários alimentos do dia a dia possuem fibras: cereais (farelos), hortaliças, frutas (com cascas), leguminosas, verduras, trigo, cereais integrais (arroz, pão, torrada), aveia, cevada, bagaço de frutas cítricas, maçã, goiaba, castanha, nozes, ervilha e leguminosas em geral.

Uma das frutas com mais fibras na composição é a goiaba com casca, que tem 5 gramas por cada unidade média. Uma porção de 40g de cereal matinal integral tem 12g de fibras, enquanto meia unidade de abacate tem pouco mais de 7g de fibras - mas tome cuidado com a escolha do cereal, pois muitos contêm açúcar e com a grande quantidade de açúcares e gorduras do abacate.

Uma colher de sopa de aveia possui 1,5g de fibra, assim como uma banana média - ótima combinação, não? E quem gosta do feijão, vale saber que ele possui 2g de fibra para cada 40g, enquanto a mesma quantidade de lentilha (que pode ser uma boa substituta) possui um pouco mais de 5g, assim como o mamão papaia, velho e bom companheiro de quem sofre de prisão de ventre.  

Fuja do açúcar

De acordo com a dermatologista Marcella Delcourt, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, depois da preocupação com radicais livres e raios UV, o alvo para combater o envelhecimento é diminuir o açúcar. Isso porque ele libera um processo que liga moléculas de glicose maléficas às moléculas de proteína saudáveis.

"A glicação ocorre quando uma molécula de açúcar em excesso, por aumento da ingestão ou por lentidão do metabolismo da glicose, se adere a uma molécula de proteína (colágeno, elastina) formando os AGEs, que alteram a estrutura dessas proteínas, impedindo a eficácia no desempenho de seus papéis mais importantes e, na pele, leva ao aparecimento das rugas", explica a especialista.

Além de alterarem a estrutura da proteína, os AGEs são fábricas de radicais livres que se acumulam ao longo do tempo, piorando seus efeitos no organismo e também deixando a pele com um aspecto opaco e envelhecido. Mesmo com a corrida para tentar combater os AGEs, é possível diminuir seus efeitos com hábitos alimentares saudáveis:

- Amêndoas e quinua são uma boa pedida para as refeições, da mesma forma que o consumo de maçã também é recomendado (rica em antioxidantes e flavonoides)

- As fibras também são importantíssimas: feijão, lentilha, ervilha. Agem como estabilizadores do açúcar e ajudam a queimar a gordura;

- Beba seis a oito copos de água por dia e prefira alimentos orgânicos;

- Evite comidas industrializadas, como flocos de milho, salgadinhos, bolachas, ketchup, refrigerantes e alimentos que contêm corante caramelo na sua composição, dentre outros.

- Tome chá verde ou suplementos à base dessa bebida com probióticos, antioxidantes e substâncias anti-AGEs de ultima geração na composição (prescritos pelo médico). 

Dormir bem

Um estudo realizado pela American Academy of Sleep Medicine mostrou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Alguns problemas de saúde foram associados com pior qualidade de sono. Entre os avaliados, 46% dos participantes que tiveram a autoavaliação de saúde insatisfatória também relataram não dormir bem. As chances de um bom sono foram também menores em pessoas que muitas vezes se sentiam ansiosas, que tinham pelo menos uma doença crônica e dificuldades com as tarefas diárias.

De acordo com o neurologista Renato Lima Ferraz, a quantidade ideal de horas de sono varia de pessoa para pessoa. "Mas o mínimo recomendado é de seis horas ao dia, sendo importante não ultrapassar nove para adultos, porque quem dorme mais que isso acaba ficando, na verdade, menos descansado", explica o especialista.

A importância do sono, também se estende ao aprendizado. "A fase REM, quando acontecem os sonhos, tudo que aprendemos durante o dia é processado e armazenado. Quando dormimos menos que o necessário, a memória de curto prazo não é processada e não conseguimos transformar em conhecimento aquilo que foi aprendido", explica o neurologista. 

Não se sature de gordura

Viver com gordura pode ser ruim, mas viver sem ela é péssimo para seu paladar e inviável para seu organismo. As gorduras servem de base para a formação de diversos hormônios, inclusive os hormônios sexuais. Entretanto, as gorduras saturadas são as mais nocivas para a saúde do organismo. Para identificá-las, basta lembrar da banha de porco que sua avó tinha guardada na cozinha ou a capa da picanha que causa arrepios no seu cardiologista. As gorduras saturadas contêm o número máximo possível de átomos de hidrogênio (daí o termo saturadas), e ingeri-las em excesso é um passaporte garantido para um infarto no miocárdio.

Derrames e alguns tipos de câncer, como o de próstata e o de mama, também têm a origem associada aos excessos dessas gorduras no organismo - sem contar que a gordura saturada é inimiga número um do emagrecimento. Para prevenir tudo isso, restrinja o consumo diário desse nutriente a, no máximo, 7% das calorias totais da sua dieta.  

Fazer mais sexo

Sexo
Aqui cabe uma ressalva: priorize a qualidade, em vez da quantidade. O sexo, quando em uma frequência que atrapalha a rotina da pessoa, pode ser um sintoma da compulsão por sexo. Mas, nos dias atuais, o que vem acontecendo com muita gente é deixar o sexo de lado, por conta da falta de tempo e do estresse do dia a dia, que detonam a libido. Segundo o ginecologista Neucenir Gallani, o sexo é importante para a saúde física e emocional, pois o orgasmo libera substâncias como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma.

Estabelecer uma quantidade normal de desejo sexual não é algo satisfatório, pois cada um lida com a própria libido de forma diferente - e ao longo da vida ela costuma oscilar e até se modificar por completo. "No entanto, quando há insatisfação pessoal, há algo de errado provavelmente", de acordo com o sexólogo Paulo Bonança. 

Sorrir mais

Manter uma fisionomia pacífica é essencial para a boa convivência, afinal a expressão "cara de poucos amigos" não surgiu à toa: quem vive de cara feia, afasta todos ao redor.

E sorrir vale até para ajudar a manter aquela linda história de amor. Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, identificou que pessoas que sorriem de forma sincera e verdadeira têm mais chances de manter o casamento. Isso porque a sinceridade do sorriso revela a atitude da pessoa diante da vida. "Sabemos também que a falta de senso de humor, ou uma vida acompanhada de impaciência, raiva e atitudes hostis, estão associados a um maior risco de desenvolver pressão alta, piorar o controle dos níveis de glicose e ainda aumentar o risco de doença isquêmica do coração e de morte", de acordo com o neurologista de Unifesp Ricardo Teixeira.