Bahia primeira capital do Brasil

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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Óleo de abóbora

 

Óleo de abóbora O óleo derivado da abóbora é fonte de ômega-6, ômega-9 e vitamina E. Estudos recentes demonstram que ele pode ser utilizado na prevenção de câncer de mama e próstata, já que é rico em beta sitosterol. Para render mais, a nutricionista Larissa dá a dica: misture o óleo ao azeite convencional - o produto vai durar mais!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Crotalária e Libélulas no Combate a Dengue!

MATÉRIA IMPERDÍVEL! NÃO DEIXE DE LER...

 Crotalária e Libélulas no Combate a Dengue!
 
Com o plantio da Crotalária em terrenos baldios, quintais, jardins, vasos e inclusive nas margens dos rios, ela atrai a Libélula que põe seus ovos em água parada e limpa, da mesma maneira que o Aedes.

Os ovos nascem, viram larvas e essas larvas se alimentam de outras larvas, inclusive do mosquito transmissor da Dengue. Além de tudo isso, a Libélula adulta se alimenta de pequenos insetos e o Aedes Aegypti faz parte do seu cardápio, é um dos pratos preferidos pelas libélulas. O que pode diminuir bastante ou acabar definitivamente com a manifestação.

São plantas pouco exigentes e com grande potencial de fixação biológica de nitrogênio. O seu crescimento é mais rápido e tem sido muito usada como adubo verde em rotação com diversas culturas e no enriquecimento do solo.

* LIBÉLULAS CHEGAM VOAR NA VELOCIDADE DE 85 KMS P/ HORA

Veja Clicando na Opção "VÍDEOS" acima, consegui esse Vídeo de apenas 15 segundos que: As "Libélulas" calculam a velocidade para caçar e matar suas presas.

A dinâmica de capturar um objeto no ar é espantosamente complexa, tanto que normalmente apenas animais com sistemas nervosos complexos, como gaivotas ou seres humanos, conseguem fazer isso. Para interceptar algo se movendo a uma velocidade própria, você tem que ser capaz de prever onde esse “algo” estará no futuro. Quando os pesquisadores começaram a estudar libélulas em 1999, eles descobriram que, em vez de “rastrear” sua presa, elas a seguiam no ar até que se encontravam com a pobre coitada, interceptando-a. Em outras palavras, libélulas garantem uma caça voando para onde a presa também está voando. Isso indica que elas calculam três coisas durante uma caçada: a distância de suas presas, a direção que elas estão se movendo, e a velocidade com que estão voando. No espaço de milissegundos, a libélula calcula o ângulo de abordagem e, como um monstro de filme de terror, já está esperando quando a presa infeliz passa por ela.


 LIBÉLULAS NUNCA PARAM DE COMER

Que bom que libélulas são tão bem adaptadas à caça, porque são comedoras vorazes. Comem diariamente até 15% do seu pêso. Stacey Combes, pesquisadora de Harvard (EUA) que usa câmeras de alta velocidade para estudar os mecanismos de voo desses insetos, afirmou que uma libélula que ela estava estudando, comeu trinta moscas em uma rápida sucessão e teria continuado a comer se tivesse encontrado mais. Libélulas também variam o que comem, o que combina com seu estilo predatório. Normalmente, elas comem pequenas moscas ou mosquitos, presas muito fáceis pra elas.

ATÉ MESMO AS LARVAS (BEBÊS) DAS LIBÉLULAS CAÇAM

Libélulas ninfas são ainda mais sangue-frio do que suas contrapartes adultas quando se trata de assassinato. Como muitos insetos, libélulas começam a vida em um estágio larval. Larvas de libélula, ou ninfas, vivem debaixo d’água, movendo-se graças a um jato disparado de seu reto, como minúsculos torpedos. Algumas libélulas vivem assim por até cinco anos antes de passar um período relativamente curto de seis ou sete meses como adultas. Durante a sua vida pela água, elas caçam pequenos insetos e outras larvas que encontram no caminho. Mas, em muitas espécies, a dieta não para por aí – algumas ninfas comem até girinos e barrigudinhos, usando movimentos bruscos e suas mandíbulas poderosas.

FONTE:

http://listverse.com/2013/04/18/10-surprisingly-brutal-facts-about-dragonflies/

terça-feira, 30 de junho de 2015

O Maracujá

 
 
 
 
 
Maracujá (do tupi mara kuya, "fruto que se serve" ou "alimento na cuia") é um fruto produzido pelas plantas do género Passiflora (essencialmente da espécie Passiflora edulis) da família Passifloraceae. O nome da árvore é também conhecido como Maracujazeiro.
Também conhecida como sacra-fruta foi por muito tempo tida como uma divinidade pelas civilizações pré-colombianas do interior mineiro.Sua nêmesis seria a manga,fruta tida como raiz de todo o mal e egoismo
É espontâneo nas zonas tropicais e subtropicais da América.
Cultivada também pela sua flor ornamental (tal como as outras espécies do mesmo género botânico), a Passiflora edulis é cultivada com fins comerciais, devido ao fruto, no Caribe, no sul da Florida e no Brasil, que é o maior produtor - e também consumidor - mundial de maracujá. O maracujá de uso comercial é redondo ou ovóide, amarelo ou púrpura-escuro quando está maduro, e tem uma grande quantidade de sementes no seu interior.
O fruto é utilizado especialmente para produzir suco ou polpa de maracujá, às vezes misturada a suco de outros frutos, como a laranja. É popularmente conhecido como a fruta da tranquilidade.
A flor do maracujá é polinizada principalmente por um inseto conhecido como mamangava.
 
Este fruto é fonte de vitaminas A, C e do complexo B. Além disso, apresenta boa quantidade de sais minerais (ferro, sódio, cálcio e fósforo)

domingo, 21 de junho de 2015

Graviola


A graviola, de nome científico Annona muricata L.,  é uma fruta também conhecida como jaca do Pará ou jaca de pobre.
A graviola é utilizada na medicina por ser uma fonte rica em fibras e vitaminas, sendo o seu consumo recomendado em casos de prisão de ventre, diabetes e obesidade.
A fruta possui um formato oval, com a casca na cor verde-escuro e coberta de “espinhos”. A parte interna é formada por uma polpa branca com o sabor levemente adocicado e um pouco ácido, sendo utilizada na preparação de vitaminas e sobremesas.

Propriedades da graviola

A graviola possui propriedades diuréticas e sedativas, sendo ainda antiespasmódico, vermífuga, expectorante, adstringente, vitaminizante, anti-inflamatório e antirreumático.

Para que serve a graviola

A graviola serve para tratar as seguintes doenças: gastrite, úlcera, obesidade, prisão de ventre, diabetes, problemas digestivos, doenças no fígado, hipertensão, depressão, insônia, enxaquecas, gripes , vermes, diarreia e reumatismos.

Modo de Usar a graviola

A graviola pode ser utilizada de forma natural, sob forma de chá, sucos e também em cápsulas, contendo todos os princípios nutricionais dessa fruta.
  • Chá de graviola para melhorar a digestão -  Adicionar 10 g de folhas de graviola secas em 1 xícara de água fervente. O chá deve ser bebido puro ou adoçado com uma colher pequena de mel. Duas a três xícaras desse chá diariamente são suficientes para melhorar a digestão.
Existe no mercado o extrato de graviola em cápsulas, que pode vir a ser utilizado como forma complementar de tratamento contra o câncer, se estudos científicos conseguirem comprovar a sua eficácia e segurança.

Efeitos colaterais da graviola

Em alguns casos, pode baixar a pressão arterial.

Contraindicações da graviola

A graviola é contraindicada para indivíduos com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, pois sua acidez pode provocar dor. Grávidas e indivíduos com hipotensão também devem evitar o consumo da graviola, pois a fruta pode provocar contrações uterinas e possui propriedades hipotensoras.


sábado, 6 de junho de 2015

Camu-camu tem 20 vezes mais vitamina C que a acerola



A fruta camu-camu é pequena e pesa em média 8g. Cresce nas várzeas dos rios, principalmente na época das cheias dos rios amazonenses. Só que é azeda demais e é consumida apenas na forma de sorvetes, geleias e compotas. Por isso, a produção do camu-camu (Myrciaria dúbia) no Brasil ainda é baixa.
Dois pesquisadores da Embrapa querem alavancar a produção de camu-camu e tornar a cultura mais eficiente. Afinal, a fruta é grande fonte de vitamina C: supera o teor da acerola em 20 vezes e o do limão em 100 vezes. Os resultados foram compilados no livro de bolso A Cultura do Camu-Camu.
O livro faz parte da Coleção Plantar, coletânea de livros de bolso da Embrapa, e trata de diversos aspectos que envolvem o manejo do camu-camu, tais como as condições adequadas de clima, solo, meios de propagação e tratos culturais. Há também informações sobre valor nutricional, colheita, beneficiamento, conservação e rendimento industrial. A edição traz ainda ilustrações de como identificar frutos e ramos atacados por insetos-pragas.
 
A fruta é muito utilizada pelas empresas farmacêuticas para fabricação de cápsulas de vitamina, segundo Walnice Nascimento, uma das coautoras do livro. “O camu-camu tem um grande potencial que ainda precisa ser explorado no Brasil”, diz ela, que divide a autoria da publicação com o pesquisador José Urano de Carvalho, ambos da Embrapa.
No Brasil, é cultivado principalmente no Pará, no Amazonas e em algumas fazendas de São Paulo, em Mirandópolis e Iguape. Ainda que no país a cultura seja incipiente, o Peru é grande produtor e exportador da fruta. De lá, o camu-camu é exportado para o Japão, Estados Unidos e para a União Européia, através da Holanda.
Ainda pouco domesticada, a planta não tem uma produção tão eficiente. Por ser uma planta de várzea, ela também não está plenamente adaptada ao solo firme. O melhoramento por seleção, no Brasil, começou apenas em 2008. Desde então, foram feitos diversos trabalhos de caracterização química da fruta em diversas universidades brasileiras. Atualmente, a Embrapa também está analisando variedades selecionadas geneticamente.
Dez cientistas da Embrapa – engenheiros químicos, melhoristas, fitotecnistas, fitopatologistas, nutricionistas e geneticistas - trabalham com essa produção. O livro foi resultado de diversos testes de cultivo e de compilações de outros trabalhos, principalmente peruanos.
Serviço
O livro A Cultura do Camu-Camu pode ser encontrado no posto de vendas da Embrapa Amazônia Oriental ou no site www.embrapa.br/liv

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Ageusia: Pessoas que não sentem gosto de nada!

A capacidade de sentir gostos, conhecida como paladar ou gustação, é um dos cinco sentidos do corpo humano. Uma situação bastante desagradável é quando não se pode ter o prazer de saborear os alimentos. Uma pessoa que não consegue sentir o gosto da comida pode se alimentar menos, ficando desnutrida, ou, até mesmo, ingerir alimentos estragados! Raramente alguém tem a ageusia (perda completa da capacidade de sentir gostos), geralmente o que ocorre são distúrbios, muitas vezes temporários, que causam a diminuição do paladar (hipogeusia). Algumas pessoas desenvolvem a disgeusia, em que o sentido do paladar é alterado ou distorcido. Os distúrbios do paladar possuem diversas causas e dificilmente alguém nasce com eles.
O paladar é intimamente relacionado com o olfato. Alguns sabores mais complexos (como o de framboesa, por exemplo) exigem tanto o paladar quanto o olfato para serem identificados. Se por algum motivo uma pessoa perde um pouco ou todo o olfato, ela, também, terá uma perda no paladar.
Quando estamos resfriados parece que a comida não tem o mesmo sabor de sempre. Isso acontece, por exemplo, por que as fossas nasais são obstruídas (nariz entupido), então os odores não conseguem chegar aos receptores no nariz e o olfato é diminuído. O que prejudica o paladar.  A hipogeusia também pode ser causada em uma gripe, quando o vírus prejudica temporariamente as células encarregadas pelo olfato. Infecções mais sérias nos seios da face, traumatismos crânio-encefálico (comuns em acidentes automobilísticos) ou a radioterapia no tratamento do câncer são algumas das causas da perda de olfato e consequente distúrbio no paladar.
 
A ageusia geralmente é causada por condições que afetam a língua como queimaduras, inflamações e infecções; hábitos como o alcoolismo e o tabagismo intenso ou por efeitos colaterais de alguns medicamentos ou tratamentos como a radioterapia da cabeça e do pescoço. Além do que citei, existe a paralisia de Bell (uma paralisia do nervo facial que dificulta ou impossibilita a movimentação do lado afetado do rosto) que pode ocasionar a perda do paladar em um lado da língua. Problemas neurológicos ou endócrinos e a deficiência de Zinco também estão relacionados à ageusia.
O diagnóstico da ageusia é feito pelo médico através de testes de sabor e da análise do histórico do paciente. O tratamento é definido depois de identificadas as causas do problema. Em alguns casos é simples: basta a interrupção ou substituição de um medicamento ou mudança de um hábito, como parar de fumar.
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Uma pessoa que não consegue sentir o gosto da comida pode se alimentar menos, ficando desnutrida, ou, até mesmo, ingerir alimentos estragados! Foto: Reprodução/ultimosegundo
Curiosidade
A alteração do paladar pode ser utilizada para o bem. Alguns cientistas trabalham em pesquisas para desenvolver um composto que bloqueie o amargor de alguns remédios e alimentos. A ideia é que o gosto amargo seja bloqueado temporariamente, enquanto a língua está em contato com o remédio ou o alimento que contenha o bloqueador. Isso poderá contribuir para que pessoas adotem em seu cardápio alimentos saudáveis que são amargos e acabar com aquela cara feia que vem depois de tomar um medicamento com gosto amargo.
 
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O paladar é intimamente relacionado com o olfato. Alguns sabores mais complexos (como o de framboesa, por exemplo) exigem tanto o paladar quanto o olfato para serem identificados. Foto: Reprodução/merck
 
 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

A maior floresta do mundo

 
A maior floresta do mundo é a taiga russa. Formada por coníferas (pinheiros), a taiga ocupa boa parte do território da Rússia (43%), Escandinávia, Alasca e Canadá.
 

segunda-feira, 30 de março de 2015

Alcool é dez vezes mais letal que a maconha

 
Um estudo divulgado na publicação científica Scientific Reports, subsidiária da revista Nature, mostra que a maconha é 114 menos letal do que o álcool. A pesquisa procurou quantificar o risco de morte associado ao uso de várias substâncias tóxicas e descobriu que a maconha, proibida em tantos países é, de longe, a droga mais segura.
Em vez de focar na contagem de mortes, como em outras pesquisas, os autores do relatório compararam as doses letais de cada substância com a quantidade consumida por uma pessoa comum.
Os cientistas deixam claro que o uso de maconha "não é seguro", mas que estudos têm descoberto que o consumo da droga é "de fato mais seguro do que o do álcool".
Ao listar as drogas mais mortais, a maconha aparece no final da lista, enquanto álcool, heroína, cocaína e tabaco lideram. A maconha, inclusive, é a única que representa um risco de mortalidade baixo entre os usuários, apesar de não ser inexistente.
Os autores do estudo são os cientistas alemães Dirk W. Lachenmeier, de Karlsruhe, e Jürgen Rehm, de Dresden, mas atualmente diretor do Departamento de Pesquisa Epidemiológica e Social (SER) e do Centro de Dependência e Saúde Mental, em Toronto, no Canadá.
 pesquisa foi apoiada pela polícia do Colorado, o primeiro estado americano a legalizar a droga. Autoridades de segurança estadual comunicaram recentemente que durante o primeiro ano sob a nova legislação tudo transcorreu normalmente e que o trabalho policial ficou praticamente inalterado.

domingo, 22 de março de 2015

Lúpulo

O lúpulo, planta medicinal usada no fabrico da cerveja, é uma planta trepadeira que pode ser macho ou fêmea e pode atingir sete a 8 metros desde que cresça à luz e ao sol.
As plantas macho são utilizadas para reprodução e não têm aplicação na cerveja, enquanto as fêmeas produzem lupina (matéria utilizada para a fabricação de cerveja que lhe dá o seu sabor caracteristico).
Neste artido vamos esclarecer os seguintes pontos

Propriedades Medicinais, Beneficios e Indicações Terapêuticas

O lúpulo tem o papel de melhorar o aroma da cerveja e dar-lhe o mais do que conhecido sabor amargo que lhe é caraterístico. Funciona também como um excelente conservante, graças às suas propriedades antibióticas, evitando assim a contaminação da cerveja.
Antigamente, o lúpulo era utilizado também para o fabrico de pães e servia como vegetal para saladas. Já foi utilizado para problemas de anorexia, ansiedade, diarreia, cistos, doença do Crohn, dores de cabeça e de ouvidos, feridas, gases, histeria, indigestão, lepra, tumores, tuberculose, tensão, tosses e simples dores comuns.
Este tipo de planta encontra-se sobretudo em sebes, zonas frescas ou frias por toda a Europa, Estados Unidos, China e até mesmo nas Ilhas Canárias.
Apresenta excelentes propriedades medicinais e é uma milagrosa solução para quem pretende acalmar os nervos, dormir melhor, equilibrar o estado de ânimo e a saúde.
As propriedades medicinais que se destacam no lúpulo são : anafrodisíaco, antibacteriano, antiespasmódico, diurético, emenagogo, hipnótico, relaxante muscular e sedativo.
 

Chá de lúpulo

Se decidir optar pelo chá de lúpulo, utilize 20 gramas dos cones do lúpulo por cada litro de água e tome três a quatro chávenas por dia, a fim de combater o nervosismo, insónias, e enxaquecas. Pode aplicar também o chá quente sobre a zona afetada se sofrer de nevralgia.
São muitos os estudos que se fazem sobre o lúpulo e procura-se constantemente que potenciais benefícios terapêuticos podem ajudar no combate a várias patologias. Foi provado também que esta maravilhosa planta contém ácidos amargos que funcionam como antimicrobianos e o pó que se desprende e sacode das pinhas do lúpulo conferem uma excelente ação sedativa e sonífera.
Pode também utilizar o lúpulo dentro dos travesseiros porque ajuda a adormecer mais fácilmente bem como usa-lo em cataplasmas para tratar cistos (quistos), feridas, dores de cabeça, de ouvidos e de dentes.
Se acrescentar pomadas, é extremamente útil e pode ser usado para esfregar a região do tórax a fim de aliviar a tosse. É também utilizado na industria cosmética na elaboração de cremes para a pele e para ervas de relaxamento para o banho.
Os flavonoides (ou bioflavonoides) presentes nesta verdadeira erva medicinal podem ajudar em problemas de ossos, reduzir o risco de diabetes, melhorar níveis de colesterol elevado e até mesmo ajudar a combater a obesidade (Ler: Balão Intragástrico), que é sem dúvida cada vez mais um problema de todos os comuns mortais.

Contra Indicações e Efeitos Secundários

No entando também existem alguns malefícios. O lúpulo deve ser evitado durante a gravidez, em pessoas que sofrem de depressão e a planta pode causar dermatite se tiver contato direto com determinadas pessoas a este alérgicas.
Classificação científica
Reino:Plantae
Clado:angiospérmicas
Clado:eudicotiledóneas
Clado:rosídeas
Ordem:Rosales
Família:Cannabaceae
Género:Humulus
Espécie:H. lupulus
Nome binomial
Humulus lupulus

segunda-feira, 16 de março de 2015

Tribulus terrestris: a planta que melhora a ereção

Saiba tudo sobre o tribulus terrestris  - Foto: Getty Images

Tribulus terrestris é uma erva daninha da família Zygophyllaceae e nativa de regiões quentes. Ela é muito usada como estimulante sexual e também acredita-se que ela pode ajudar a controlar a pressão arterial, reduzir os níveis de triglicerídeos e ajudar no ganho de massa muscular. Descubra o que realmente já foi comprovado sobre o Tribulus terrestris e o que ainda está em estudos. 

Nutrientes

O tribulus terrestris conta com a substância protodioscina, que será a responsável por todos os benefícios atribuídos à planta. Estudos apontam que a protodioscina estimula uma outra substância chamada óxido nítrico que por sua vez tem um efeito vasodilatador. Por isso, alguns estudos em animais apontaram que o tribulus terrestris seria capaz de reduzir a pressão arterial e estudos em humanos mostraram que a planta contribui para uma ereção mais prolongada.
 
A protodioscina presente na planta ainda inibe a enzima conversora de angiotensina que quando produzida em grandes quantidades leva ao aumento da pressão arterial. Além disso, a protodioscina presente no tribulus terrestris pode estimular o hormônio LH localizado no testículo do homem. Quando este hormônio é estimulado há um aumento na produção de testosterona. 
 
Proporciona uma ereção mais duradoura: Um dos poucos benefícios do tribulus terrestris comprovado em humanos por meio de estudos é o de proporcionar uma ereção mais duradoura. Isto provavelmente ocorre porque a planta contribui para a vasodilatação por conter protodioscina. Essa mesma substância pode aumentar levemente os níveis de testosterona que também contribuiria para a ereção mais duradoura. Contudo, o aumento da testosterona só foi observado em pesquisas com animais, em humanos este benefício ainda não foi constatado. 

Aumenta a libido: Outro ponto observado nas pesquisas com seres humanos é que o tribulus terrestris contribui para o aumento da libido. Apesar de não ter sido constatado uma elevação da testosterona nas pesquisas realizadas em humanos, acredita-se que esta libido elevada ocorra porque a planta levaria a um crescimento transitório deste hormônio. Assim, seria difícil observar uma elevação da testosterona em humanos nas pesquisas.  

Reduz a pressão arterial: Estudos em animais observaram que o tribulus terrestris contribui para a redução da pressão arterial. Este benefício ocorreria por dois motivos. A protodioscina estimula uma outra substância chamada óxido nítrico que por sua vez tem um efeito vasodilatador. Ela também inibe a enzima conversora de angiotensina que quando produzida em grandes quantidades leva ao aumento da pressão arterial.  
 
Controla o triglicerídeos: As pesquisas realizadas em animais também notaram que o tribulus terrestris contribuiria para a redução da glicose em ratos. Contudo, os pesquisadores não entenderam qual mecanismo proporcionou isso.  

sexta-feira, 13 de março de 2015

Cinomose - Doença do cão altamente contagiosa

cinomose é uma doença altamente contagiosa provocada pelo vírus CDV (Canine Distemper Vírus) ou Vírus da Cinomose Canina (VCC), da família Paramyxoviridae, que atinge animais da família Canidae, Mustelidae, Mephitidae e Procyonidae (entre eles cães, furões/ferrets e alguns outros animais silvestres). Em Portugal é também conhecida como esgana. Ela degenera os envoltórios lipídicos que envolvem os axônios dos neurônios, conhecidos como bainha de mielina. Ela afeta a todos os cães, é raro que haja algum que não tenha sido exposto ao vírus, exceto no caso de cães que vivem isolados. Junto com ela, geralmente por bactérias.
 
Em geral, a transmissão ocorre através do contato com secreções do nariz e boca do animal. Isso pode se dar através de um espirro do animal doente, espalhando a secreção infectante. O vírus da Cinomose tem pouca resistência em nível ambiental, ou seja, fora do organismo do seu hospedeiro, o que facilita o controle ambiental da disseminação da doença, diferentemente do que ocorre com a parvovirose, por exemplo.
As características sistemáticas do inverno desfavorecem a presença deste vírus no ambiente, por isso o cuidado deve ser redobrado nesta época. Apesar da sensibilidade do vírus no ambiente, há muitos relatos de casos de criadores que perderam animais vitimados pela cinomose após serem introduzidos em ambientes onde outros cães haviam morrido anteriormente com a doença, no período de até seis meses atrás. Por esse motivo é aconselhável concluir todo o esquema de vacinação, de pelo menos três doses, antes de introduzi-los nesse ambiente contaminado.
 
A Cinomose é uma doença muito grave em cães. A descrição clássica em livros textos é de uma infecção viral aguda caracterizada por febre bifásica, secreções nasal e ocular, indisposição, anorexia, depressão, vômito, diarreia, desidratação, leucopenia, dificuldades respiratórias, hiperceratose do focinho e dos coxins plantares, mioclonia e sintomatologia neurológica.
Tanto os animais tratados quanto os não tratados podem desenvolver sintomatologia nervosa, mas esta é mais comum nos últimos. Essa fase nervosa da doença pode ser caracterizada por espasmos musculares (mioclonia) e comportamento fora do normal. Esse "comportamento fora do normal" é provocado pela desmielinização do sistema nervoso, o cão pode se tornar agressivo e não reconhecer o dono. Com a degeneração avançada da bainha de mielina, o cão pode apresentar paralisia devido à fragmentação dos neurônios.
Como a maioria dos cães infectados ficam com as pupilas dilatadas, ao notar isso é aconselhável manter o cão em local com pouca luz, isso evitará a queima da retina que pode acarretar cegueira.
 
Até pouco tempo, a cinomose remontava um longo histórico de insucessos no que tange tratamentos para animais acometidos. Dois fatores se associavam e possuíam papel importante na manutenção dessa perspectiva negativa.
O primeiro pode ser considerado quase cultural, animais acometidos não recebem a devida atenção até que a doença atinja sua fase nervosa. Durante esta fase não neurológica, os sintomas comumente observados são distúrbios intestinais e respiratórios, apatia, falta de apetite e ressecamento do coxin palmar, e este quadro costuma não ser o bastante para alarmar os proprietários. Sendo o auxílio médico procurado somente quando a doença atinge a fase nervosa e a perturbação do estado do animal é mais chocante.
O segundo fator é decorrente da antiga interpretação que se tinha do mecanismo de ação do vírus no fase nervosa. Supunha-se que as lesões que ocorriam eram resultado de uma reação estritamente auto-imunes, algo como se o vírus da cinomose desencadeasse algo, fosse eliminado, mas a reação desencadeada continuasse. Por isso era preconizada uma intervenção através de antiinflamatórios e imunossupressores, pois se via uma necessidade de suprimir esta condição de auto flagelo.
Foi averiguado que a ação dos macrófagos sobre células nervosas é orientada sobre células contaminadas, o que indica que a reação auto-imune é conseqüência direta da presença do vírus.[1] Uma vez constatado isso, fica fácil entender como os fatores citados contribuem para o óbito dos animais infectados: os proprietários buscam ajuda especializada somente quando a doença está em estagio avançado (fase neurológica) e a prescrição de antiinflamatórios (que são geralmente corticóides) minam o sistema imune do animal, permitindo alem da proliferação do vírus, também a reação auto-imune que aumenta como forma de contenção das células infectadas.
Os tratamentos de maior sucesso para cinomose canina são apropriações de tratamentos consagrados para outras enfermidades causadas por vírus similares, como é o caso do Ribavirin e da Vitamina A, que são utilizados no tratamento do sarampo [2] [3] ,[4] mesma família e gênero (ParamyxoviridaeMorbilivirus) e do Alfa Interferon, utilizado para o tratamento do sarampo[4] e quando se deseja preservar aves acometidas pela doença de Newcastle,[5] mesma família, mas gêneros diferentes (ParamyxoviridaeAvulavirus ).
As primeiras referências de que tratamentos eficazes para vírus similares poderiam ser efetivos para cinomose surgiram quando trabalhos verificaram que a cinomose era uma doença equiparável ao sarampo [1] e animais infectados poderiam ser utilizados para o desenvolvimento de novas tecnologias para tratamento do sarampo. A dúvida se para o caso do sarampo a recíproca seria verdadeira foi esclarecida quando estudos verificaram a eficácia de tratamentos clássicos para o sarampo quando estes eram aplicados sobre animais com cinomose.
A primeira constatação foi quando a indução de altos níveis séricos de Vitamina A, que é um tratamento ostensivamente utilizado para tratamento de sarampo [2] (sendo inclusive recomendado pela Organização Mundial da Saúde [6] ), produziu um efeito de 100% de cura em animais experimentalmente infectados. O grupo que não recebeu a suplementação todo veio a óbito.[7] . Atualmente já se sabe que retinóides (Vitamina A e seus derivados) tem efeito inibidor direto sobre o vírus do sarampo, o que corrobora sua capacidade como tratamento em animais com cinomose [8]
A constatação da eficácia da Vitamina A no tratamento da cinomose encontra nos carnívoros, especialmente nos cães, um aliado excepcional, que é sua capacidade de conversão da Vitamina A em ésteres não tóxicos.[9] Esta característica dos carnívoros é bem conhecida, o que afasta os riscos de uma possível hipervitaminose decorrente da manutenção de altas doses. Para os cães em especial existe um valor de referência para mensurar o risco da hipervitaminose, um estudo realizado nos Estados Unidos constatou que é preciso uma dosagem de 300.000 UI/kg diária, durante trinta dias, para que os primeiros sinais de hipervitaminose apareçam; e é preciso sessenta dias de ingestão dessa dosagem para levar o animal a óbito.[10] Sendo que esta dosagem, 300.000 UI/kg é sessenta vezes maior do que o limite estabelecido para humanos.
Os mecanismos de ação que explicam sua efetividade no tratamento da cinomose permanecem sem compreensão plena, assim como esta questão também existe para o caso do sarampo. Alguns indícios apontam para uma ação indireta, como a verificação de que há a redução das quantidades de Vitamina A durante a infecção,[7] apontando para a hipótese de que a Vitamina A seja matéria-prima para algum mecanismo de resistência à infecção. A própria característica antiinfectiva [11] não específica da Vitamina A é um mistério, não havendo no entanto qualquer dúvida sobre sua efetividade, com mecanismos de ação elucidados ou não.
A adoção do Ribavirin como tratamento para cinomose seguiu os mesmos passos da Vitamina A, ele era a princípio utilizado em casos de panencefalite esclerosante subaguda decorrentes do sarampo. A primeira verificação da efetividade se deu in vitro.[12] O que permitiu constatar que o vírus da cinomose é bastante susceptível ao Ribavirin e a seu mecanismo de indução ao error-catastrophe, sendo necessários de 0.02 a 0,05 micro mols para um efeito inibitório na replicação do vírus de 50%.
A principal preocupação na utilização do Ribavirin era o resultado de sua interação com a barreira hemato-encefálica. Sendo o cérebro região imunológicamente privilegiada, a dúvida residia na capacidade do Ribavirin de ultrapassar tal barreira. Um estudo utilizando camundongos com encefalite decorrente do sarampo verificou-se que uma vez que o vírus tenha se estabelecido no fase nervosa, a barreira hemato-encefálica de certa forma tomba, reduzindo a restrição para a ação do Ribavirin nestas áreas.[13] A verificação de todos estes resultados in vivo é resultado de um estudo nacional e foi realizado utilizando apenas animais que já houvessem desenvolvido a fase nervosa da doença, o resultado foi uma eficácia de 80%.[14] As ressalvas encontradas foram a necessidade de monitoramento do animal devido ao risco de uma leucopenia e também a necessidade da ingestão de alimentos ricos em triglicerídeos de cadeia longa (gorduras) tanto para melhor absorção do medicamento [15] quanto para preservação das mucosas gástricas, que são bastantes susceptíveis ao Ribavirin.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Cacau

A cultura do cacau é considerada de intensiva em mão de obra, pois necessita de trabalhos manuais ao longo de todo o processo.] Quase toda a produção provém de pequenas propriedades cultivadas por 3,5 milhões de pequenas famílias em todo o mundo. Sendo que dessas, 2,6 milhões estão na África. De modo geral, o processamento das sementes de cacau passa por três etapas: colheita, fermentação e secagem.
A colheita é manual, pois os frutos não amadurecem ao mesmo tempo, além disso a mesma deve ser feita cuidadosamente para evitar danos à camada externa do caule, pois esses danos permitem a infiltração de pragas. Os frutos são colhidos maduros, sendo a maturação determinada em função da cor e pelo ruído que o fruto faz ao ser levemente sacudido. Em seguida, os frutos são abertos e as sementes, selecionadas. Logo após a colheita é iniciada a fermentação dos grão. Por essa razão, o chocolate é um alimento fermentado, sendo que esse processo inicia a formação de numerosos compostos que determinam o sabor e o aroma (bouquet) posterior.
Em seguida ocorre a secagem. A melhor maneira de secar grãos é colocá-los sob o sol, contudo, em regiões de clima úmido, as amêndoas são secas dentro de estruturas com circulação forçada de ar quente acionadas por ventiladores. Esse método pode, ocasionalmente, causar problemas, pois se a secagem ocorrer muito rapidamente algumas das reações químicas iniciadas no processo de fermentação não cessam tornando as mesmas ácidas ou amargas. Além disso, há o perigo de contaminação pela fumaça da madeira ou por vapores de outros combustíveis, pois os grãos apanham facilmente cheiros estranhos. Contudo, se é lenta pode haver o crescimento de bolores. Na secagem, que demora alguns dias, as sementes perdem quase toda sua umidade, o que resulta na redução de mais da metade de seu peso. Uma vez que os grãos são secados, eles estão prontos para serem enviados para a indústria.
Estas fases iniciais se realizam in situ nos países produtores de cacau, e têm como missão preparar os grãos para o transporte às regiões produtoras de chocolate. O transporte deve ser realizado de modo a evitar a umidade e a absorção de aromas de outras fontes